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terça-feira, 4 de maio de 2010
Dois
Um dois.
Não 1... 2...
que seriam três,
ou começo numeral
da contagem infinita.
E sim um dois manuscrito.
Um dos tantos dois.
Um deles.
Exato do lugar que ocupa.
Especifico,
declarado e revelado em letras,
mas sem nome.
Simples, de casa,
banhado em versos, íntimo.
Um dos nossos.
Um dois nosso.
Um dois sem editar,
de novas letras.
O dois de nós.
Ambos, na duplicidade
do ser e seu reflexo.
Conjugados, compatíveis.
História sem par.
Dos dois um pouco.
Somado. Feito um.
Certeiro dois:
Do is
Você
e eu.
Mais nada.
(Gabriel Gómez)
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