As coisas
caem,
somem,
param.
Ficam
perdidas,
caem
caladas.
Por muito
tempo
não
respondem,
atrasam,
sem nome,
sem vontade
de ser
chamadas.
Não estão
onde estão.
Simulam
identidades,
pequenas
mortes,
invisibilidades.
E se arrependem,
aparecendo,
fingindo
que aí
sempre
estavam.
(Gabriel Gómez)
Nenhum comentário:
Postar um comentário