
Sem cair.
Seria a hora do outro,
Entre essas vozes
Caindo errado.
Espaço e fronteira,
Sem quedas.
Na lama do esquecimento,
Que esconde o sentido de nossa viagem.
Ignorância e ego,
Matando uma parte de si mesmo,
Escondendo da luz,
Sem ser dono do que é seu.
Como a janela que desvia da lua.
O sonho adiado
Emissário do intelecto, do físico, da fé,
Transcendente. Momentâneo.
Perde sua chance.
Coragem insuficiente para saltar...
Rendição.
Confiança.
Essa queda é o lançamento,
A consumação.
Caminho significativo.
A imagem que vê...
Olhando por trás do vidro...
Irreconhecível,
Implacável!
Sob qual julgamento
Resta passar?
Difícil olhar em seus olhos.
Escopo de uma vida.
Mas é quem deve agradar,
É o fiel ombro.
Até o fim.
O outro...
no espelho.
Nenhum comentário:
Postar um comentário