Tormenta inunda a morada.

A alma, habita isolada penumbra,
Do lasso corpo, escoa a voz do sangue.
Aves mutiladas fecham a garganta,
Encobrindo obscuridades e sonhos velados.
As asas perderam-se no vento.
Gemidos eternos escapam dos lábios já sem sonhos.
Do veneno do com sangue frio,
O sankofa oculta a presença no presente,
Tal qual perde-se tua voz
Na abobada sem estrelas.
Resta somente, entre as nuvens da memória,
Um rosto retratando a dor.
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