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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Não Sei.

Sinto o peso no dorso
sinto a dor não doída
sinto a limitação
que sufoca
que oprime
que finaliza.
Invento motivos
Busco alternativas
Transpor como quem foge
E fico.
Marcam-me as vergastadas
Cicatrizes não compartilhadas
Pela indiferença
Que fere,
Também.
Sangram os caules
ao nascer a buma,
Brotam lágrimas
Tentando minimizar.
Não sei...
Se posso,
se consigo.

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