Num turbilhão de sentimentos
Enfardelando a memória de quando ficava
Preservou os risos e sons da vida
Velando os sonhos, conservando o tempo.

Eles também se foram, não cantam mais, voaram
Tristes como o vento sibilando
Quando afasta a vida
Precursores de tempestade, borrasca do coração.
O brilho dourado ocultou-se, submeteu-se ao cinza da carne
No alto, sobranceiro ao infortúnio
Permite eventual zombeteiro sorriso por entre as nuvens
Setas que voavam e feriam os olhos.
No acesso, um estrondo, a queda, a volta
Antes, a entrada
Agora, já não importa
Casto, imponente, ficou.
Não tem amanhã...
Nenhum comentário:
Postar um comentário