No sorvedouro que lhe coube testemunhar,Acompanhar, combater, viver,
Buscou enlouquecidamente a mão
Que resgatasse, acariciasse,
E decorasse o vaso com espinhos molhados.
Absurdos os sentimentos contrários ancorados...
Contraditórios à vontade, ao ímpeto contido,
Ao grito atado à garganta, que não sai...
O silêncio impondo-se pela força da razão,
Pelo sal da lágrima, pela vontade de submergir.....
Sim, eu sei.
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