Trago todas as dores comigoEis porque me escondo nas sombras
Fugindo dos demônios que criei
Calada... (se gritasse, quem ouviria?)
O cinza esmaecido eleva-se, funde-se, mescla-se, arranja-se
Libertando os fantasmas senhores do destino
Guardiães do anjo
Anjo torto, absorto, maroto, semi-louco
E juntos na escuridão que consome silenciosamente
Percebemos que o céu já não tem estrelas
Caíram...
Sentimentos insanos que aderem...
Melancolicamente choro como se alguma lágrima
Tivesse força para aquietar as angústias
Que me apagaram o sorriso dos lábios
Que arracaram a felicidade de outrora
Que dói como as feridas mal cicatrizadas das moléstias do mundo
Que ficam em brasas
Que escurecem o sol
Vertem fel de onde se espera mel
Alimentado por incertezas
Consumido pela indiferença
Sem cores
Sem amores
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