A voz vaga pelas ruas desertas da cidade
Em companhia o vento triste e gelado.
Uivo que não consegue deter o nome da sede,
Perdida em sonhos sobre águas turvas
Azul enegrecido, asfixiante,
Sob o que escondem-se os grande segredos,
Sussurados, sufocados....
Pela boca imprudente emerge o medo.
Parte da perfeita imensidade,
A barca é abandonada no mar da paixão.
Asas tristes da gaivota cansada de não voar
Que lamenta e alça voo...
Muito mais que um destino.
Guerreiro equivocado, desnudo, descrente
Não pode ganhar a batalha porque quer.
Esquece que há uma mãe que sente,
Um amante que sonha,
Uma lua que canta a alma sem razão.

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