Na ânsia de morder tua vida
Sobre ásperas plumagens cor de amor
Na dor de novos sabores
Já não sei sonhar
Permito-me chorar, sentir, pressentir
A vida sem tua voz
Sem tuas madrugadas de alma cansada
Nas sombras de lembranças invioladas
Que voltem as brisas que vergam os ciprestres
Que subjuguem também esta angústia
Raptando momentos secos e vivos
Como as palavras que fluem de tua pele
Sobre ásperas plumagens cor de amor
Na dor de novos sabores
Já não sei sonhar
Permito-me chorar, sentir, pressentir
A vida sem tua voz
Sem tuas madrugadas de alma cansada
Nas sombras de lembranças invioladas
Que voltem as brisas que vergam os ciprestres
Que subjuguem também esta angústia
Raptando momentos secos e vivos
Como as palavras que fluem de tua pele

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