A possibilidade do imprevisível
Instaurada na experiência do não ser
Acre...

Salgo com as lágrimas que caem
Ao sabor das letras de todos os silêncios
Dispensável...
Sou concha que erra ao sabor da maré,
Só como os portais e torres ao abandono.
Ao sabor do destino vegetal de outras reflexões,
Na desordem de meu desamparo,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra
Diz o amigo que me restou...
Inútil, como também sou.
Ser desnecessária, insípida, ninguém,
Difícil arte de degustação...
Deve ser a embriaguez que dá seu profundo sabor.
Instaurada na experiência do não ser
Acre...

Salgo com as lágrimas que caem
Ao sabor das letras de todos os silêncios
Dispensável...
Sou concha que erra ao sabor da maré,
Só como os portais e torres ao abandono.
Ao sabor do destino vegetal de outras reflexões,
Na desordem de meu desamparo,
Sempre uma coisa tão inútil como a outra
Diz o amigo que me restou...
Inútil, como também sou.
Ser desnecessária, insípida, ninguém,
Difícil arte de degustação...
Deve ser a embriaguez que dá seu profundo sabor.
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