Movida por emoções plurais,
que só tu podias externar.
Dias em silêncio, acreditando,
sem nada poder fazer.
Seus olhos não falaram
da existência a razão,
da formação do nácar,da aflição silenciosa.
A impotência na sua partida
quando os olhos adormecem.
É a dor nos ossos que vem de dentro,
e o fluído doce a mantê-la em berço epitelial...
Doeu-me o corpo intruso
cristalizado em áspero sal,
haurido por meus lábios.
Na tristeza de um anjo caiu uma gota molhada.
Ela traz o sonho de não mais ser lágrima sofrida.
Voce baixou a espada, deu-se por vencida.
O pingo de saudade,
Deitou com a piedade e adormeceu.
E daquela pequena,
Bela e frágil lágrima, só restou a poesia,
Salgada....
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