
Quando o efetivo esteve ausente ou indiferente,
Por não conseguir estar em todo o lado,
Por não atender o tudo que esperam de mim,
Nem dominar todas as áreas.
Adormecida, revolvendo no próprio leito,
Purificando-me na lama...
Qual o âmago inabalável da verdade?
A guerra dos opostos?
Clara como o sol, a vida, a beleza
Obscura como as trevas, a morte, a ignorância...
A afirmação exige a negação de seu oposto!
A procura é o único caminho que me cabe...
Escutar a divindade que por mim fala...
O logos que ama esconder-se na harmonia invisível.
Tudo é um, tudo é múltiplo, tudo flui
Dizer e ser são o mesmo
Agora, é tudo de uma só vez.
Uno... contínuo.... sem fim nem começo.
Um todo inteiro, inviolável,
Igual a si mesmo.
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