A taça cheia de risos escarlates,
Dividiu emoções, caiu, partiu.
Cacos espalhados,
Quebrados os encantos,
Morro mais uma vez...
E mesmo que amanhã
Morra novamente,
Desafio o desconhecido.
Mesmo que amargurada fique,
Amanhã como mágica divina,
Viverei o caos da inconstância,
Diante do que nunca será.
Entre um ontem e hoje qualquer
Recolho os estilhaços
Que gritam ao som do silêncio,
E os reúno entre rabiscos
De minha insignificância.
Ainda espero,
No desassossego da tua espera,
Onde quase desespero.

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